Há três anos o governo tem efetuado o pagamento do reajuste linear parcelado, conferindo perdas aos trabalhadores. Em 2016, não há qualquer sinalização de que o governador Rui Costa conceda o direito trabalhista. O confisco salarial é de 10,67% para os mais de 267 mil servidores.

Além disso, tramita no Congresso Nacional, em regime de urgência, o PLP 257 que veta os aumentos salariais com ganhos reais, adicionais, gratificações e indenizações. Já a PEC 241 é ainda mais severa, pois pretende estagnar os gastos públicos por 20 anos para garantir o pagamento da dívida pública. Os investimentos em saúde, educação, pagamento de salários e outros direitos serão os mesmos que em 2016, salvo a reposição inflacionária do período, mesmo que a receita do país aumente.